Campanha Salarial: momento de decisão!

No dia 31 de agosto, teremos uma nova rodada de negociações de nossa Campanha Salarial. A Administração precisa apresentar uma contraproposta que leve em consideração os compromissos assumidos com a categoria. No dia 5 de setembro, vamos nos reunir em Assembleia para decidir os próximos passos.

Sindicato e Administração voltam a se reunir no dia 31 de agosto, em mais uma rodada da Mesa de Negociações da Campanha Salarial 2017. No último encontro, em 30 de junho, os negociadores do governo municipal rebaixaram sua proposta original, em manifesto desrespeito à categoria. O resultado dessa rodada de negociações será apresentado para análise dos trabalhadores durante a Assembleia decisiva do dia 5 de setembro, que será realizada em nossa sede, às 18h30.

“A presença de todos e todas será fundamental para definirmos os próximos passos da Campanha. Na Direção do Sindicato, temos traçado algumas propostas, avaliando os prováveis desdobramentos da nova negociação, porém, quem decide é a categoria, em Assembleia”, explica o presidente José Rubem.

Quem gerou a crise, que pague por ela!

Vivemos um momento de crise econômica internacional, que no Brasil é agravada pela crise política. Os grandes capitalistas, para garantir o acumulo de riquezas, criada por eles mesmos, impuseram uma agenda de retirada de direitos, com total apoio do governo ilegítimo de Temer e de um Congresso afundado em denúncias de corrupção.

Para nós, trabalhadores públicos, a situação fica ainda mais difícil! Eles nos tratam como se fossemos “marajás” e colocam todos os servidores no mesmo balaio, atribuindo a nós os mesmos salários e benefícios que, por exemplo, recebem os juízes e membros do Ministério Público. Mal sabe a população que boa parte da nossa categoria, em São Bernardo, recebe menos de R$ 2 mil mensais.

O atual governo municipal foi eleito com o voto de muitos servidores, que acreditaram nas promessas feitas durante a campanha. Acreditaram, também, no discurso de que a nova Administração resolveria todos os problemas. O que vimos, até agora, foi algo bem diferente! Não aceitamos que o ônus da crise seja empurrado sobre nós! Os grandes capitalistas e os “coronéis” da política brasileira a pariram, então, que paguem por ela!

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