Vamos à luta para retomar o que é nosso e conquistar mais direitos!

Nesse 1º de março, lançamos oficialmente a Campanha Salarial 2018. Seu processo de construção começou no ano passado, sendo intensificado em janeiro, com a realização de dois encontros de planejamento. Em 15 de fevereiro, os trabalhadores reunidos em Assembleia aprovaram nossa Pauta de Reivindicações, que foi apresentada ao governo municipal no dia seguinte.

PAUTA REALISTA E TÉCNICA
Mais uma vez, nosso Sindicato construiu uma pauta responsável, baseada em dados concretos e conceitos técnicos. “Nenhuma das reivindicações está fora da realidade do município, nem acima das reais necessidades da categoria”, explica a Secretária Geral do SINSERV, Vivia Martins, que aponta a importância de atenção dos trabalhadores para este ponto: “Há uma ação deliberada dos governos, com apoio da mídia corporativa, de apresentar os servidores como privilegiados”. Esse discurso também é utilizado pela Administração municipal, que tenta convencer a população de que os problemas econômicos da prefeitura seriam causado pelos supostos “privilégios” dos servidores. “A população precisa saber que a maioria de nossa categoria não recebe, em salário bruto, sequer a metade do que juízes ganham de auxílio-moradia”, conclui Vivia.

A PALAVRA DE ORDEM É
RETOMAR NOSSOS DIREITOS
Tudo o que conquistamos, até hoje, foi fruto de nossa luta! Entre 2010 e 2016, tivemos reposição total das perdas inflacionárias, abono de Natal e aumento real nos salários (ainda que abaixo do que merecemos). Hoje, muitas dessas conquistas estão sendo retiradas pela Administração. Amargamos um 2017 com ZERO de reajuste e sem abono! Pra piorar, a “gestão” alterou leis e retirou direitos históricos sem qualquer diálogo com a categoria! Todos esses direitos precisam retornar às nossas mãos!
“O desrespeito dessa Administração, caracterizado pela ausência do diálogo e pela evidente desvalorização dos servidores, parece não ter limites!”, afirma o presidente do SINDSERV, José Rubem, que também alertou a categoria que apenas ações jurídicas não vão brecar os abusos do prefeito: “Se não movimentarmos esta cidade e se não formos, mais uma vez, para as ruas, mostrando nossa força, vamos continuar pagando o pato e o marketing do governo. O prefeito vai ter que entender que sem trabalhador público, a cidade para”.

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