Plano de Cargos volta ao debate em São Bernardo

Debate é antigo na cidade e primeira proposta já foi rejeitada pela categoria. Servidores públicos irão decidir em assembleia se aceitam novas condições do plano

Após a Prefeitura rejeitar a contraproposta do PCCV (Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos) apresentada pelo SINDSERV (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo, os servidores públicos irão decidir em assembleia no próximo dia 09 se aceitam as novas regras no Plano de Carreiras.

Existem ao menos cinco pontos conflitantes entre o que sugere a Prefeitura e a demanda da categoria, entre elas, a questão da progressão salarial (os servidores cobram valor superior ao ofertado pela Prefeitura), a possibilidade de extinção de cargos pela Administração sem a necessária realização de concursos públicos, além da equiparação do salário base entre estatutários (R$1.267) e celetistas (R$ 1.059). O funcionalismo ainda cobra um estatuto específico para a GCM (Guarda Civil Municipal).

"Acredito que só com a mobilização dos servidores para a Prefeitura aceitar a nossa reivindicação. Do jeito que nos foi apresentada, a atual proposta da administração está pior que a de 2011, já rejeitada pela categoria. Até o dia da assembleia, vamos explicar todos os pontos para o funcionalismo", avaliou o presidente do SINDSERV de São Bernardo, Giovani Chagas.

A Prefeitura, por meio de nota, informou que desde o início das negociações, em julho, os termos iniciais apresentados passaram por adequações.

O Plano de Cargos está em discussão deste 2009, primeiro ano de gestão do prefeito Luiz Marinho (PT). Em 2011, o PCCV foi rejeitado pela categoria. Desde então, teve início um novo debate para elaboração do projeto. A Prefeitura contratou a FGV (Fundação Getúlio Vargas) e a proposta final foi entregue novamente ao SINDSERV em junho.

Fonte: ABCD Maior

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