SINDSERV é contra o repasse total do reajuste salarial ao IMASF

Sindicato cobra apoio dos Conselheiros Administrativos e Fiscais para evitar prejuízos aos trabalhadores 

imasfA Diretoria do SINDSERV encaminhou ofício à Superintendência e aos Conselhos de Administração e Fiscal do IMASF, pedindo que não aprovem O REPASSE DO REAJUSTE SALARIAL DE MARÇO PARA OS PLANOS DE SAÚDE. Entenda porquê:

A decisão do Sindicato de se posicionar contra este repasse tem por base o reajuste de 13,55% nos planos administrados pelo IMASF, aplicado em 2015.

A Lei Municipal 5078/2002, prevê que a correção nos planos será proporcional ao reajuste dos servidores. Como no ano passado houve um reajuste superior à inflação acumulada no período, será injusto para com os servidores o repasse novamente, uma vez que, 13,55% representa um índice muito maior que os 7,68% de inflação registrada no período, ou seja, a parte que cabe aos usuários do plano IMASF já foi antecipadamente repassada.

Nossa Diretoria tem responsabilidade e reconhece as dificuldades vividas no Instituto, porém, considera que OS TRABALHADORES NÃO PODEM PAGAR POR ESTA CONTA, nem pelos eventuais erros administrativos cometidos no IMASF no passado.

Além de encaminhar o ofício à Diretora Superintendente da Autarquia, enviamos outros dois, cobrando dos Conselhos Administrativo e Fiscal, que foram eleitos pelos trabalhadores, para que se posicionem contrários a esse repasse e, caso seja colocado votação, que não aprovem, porque é preciso manter a coerência entre o que se diz e o que se faz.

É importante que todos os usuários do IMASF também se manifestem contrários a essa injustiça e nos ajudem a cobrar a Superintendência e os conselheiros administrativos e fiscais eleitos para que não autorizem esse repasse.

Nossas propostas para que a saúde financeira do Instituto comece a se recuperar não passam por novos sacrifícios exigidos aos trabalhadores. Cremos que há uma série de medidas urgentes que precisam ser tomadas, entre elas:

- Aumento do repasse da Administração, de 4% para 6%, conforme possibilidade prevista em Lei;

- Revisão de contratos e apuração de responsabilidades quanto a eventuais erros na administração passada da Autarquia;

- Avaliação quanto à necessidade de manutenção de patrimônio imobiliário adquirido nos últimos anos;

- A negociação com os hospitais e clínicas de referência na região, tendo como objetivo melhorar o atendimento aos usuários do IMASF;

- Garantia de atendimento aos usuários do PFGB em São Bernardo;

- Ampliação das clínicas de atendimentos na região, como forma de ampliar as possibilidades de negociações.

 

Clique aqui e veja os ofícios encaminhados.

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