Dia 8, o ABC vai à luta contra o desmonte da Previdência!

8 de abril atoNo próximo sábado, 8 de abril, sindicatos e movimentos populares do ABC realizam um GRANDE ATO CONTRA O DESMONTE DA PREVIDÊNCIA E AS TERCEIRIZAÇÕES. A atividade é organizada pelo Comitê Regional Contra a Reforma da Previdência, que conta com o SINDSERV entre seus membros.

A concentração dos trabalhadores públicos vai acontecer na sede do SINDSERV, Rua Caetano Zanella, 90, a partir das 9h. Cerca de 30 minutos depois, partiremos em direção ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, na Rua João Basso, 231, onde trabalhadores e trabalhadoras das demais categorias e militantes dos movimentos sociais também estarão concentrados. De lá, partiremos em caminhada pela cidade, em trajeto que será anunciado no dia.

LUTE AGORA OU MORRA SEM SE APOSENTAR!

A Reforma da Previdência proposta pelo governo federal destrói um direito do povo brasileiro! Você consegue imaginar um servidor público trabalhando por 49 anos, no mínimo, para ter esse direito? As coisas ficam ainda mais drásticas quando imaginamos isso em profissões altamente estressantes, como na Educação, Saúde e Segurança Urbana, em atividades pesadas, como para os trabalhadores da SU, e para todos os que lidam diariamente com o público.

ATENÇÃO: A GUERRA NÃO ESTÁ PERDIDA!

Nós podemos mudar esse quadro. E a mudança vai acontecer com o povo mobilizado, nas ruas. 

O momento exige unidade na luta, não importando bandeiras, posições políticas ou ideológicas. TODOS devemos lutar contra este desmonte de nossos direitos!

"Se enfrentarmos essa proposta nas ruas, construindo uma grande GREVE GERAL em 28 de abril, o Congresso pode voltar atrás na intenção de aprovar a reforma da Previdência proposta por Temer. Além disso, nossa luta também pode fazer com que esta lei absurda das terceirizações seja revogada, na Justiça ou em uma mudança no próprio Congresso", defende o presidente do SINDSERV, José Rubem.

APOSENTADORIA PARA SERVIDORES PODERÁ FICAR AINDA MAIS DIFÍCIL!

Pressionado pela presença massiva de servidores públicos nas manifestações de 15 de março,o governo decidiu "retirar" a categoria da proposta de reforma da Previdência. O que poderia ser comemorado como uma conquista, caiu por terra no dia seguinte, quando o próprio Temer disse que "não cederá a apelos para mexer nem na idade mínima para aposenta- doria e nem nas regras de transição", e ainda estipulou prazo de seis meses para que estados e municípios façam suas próprias reformas.

Moral da história: além de tentar dividir os trabalhadores, esta proposta pode significar uma reforma ainda pior para os servidores! Quem pode garantir que os Poderes Executivo e Legislativo das cidades e estados não formulem reformas piores?

Não se iluda! Só a unidade na luta garantirá sua aposentadoria!

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