Em defesa dos servidores e do serviço público de qualidade

Mobilização contra o fechamento da EMEB Espaço Cidadania colhe 2,5 mil assinatura

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

A mobilização contra o fechamento da EMEB Espaço Cidadania já garantiu 2,5 mil assinaturas para o abaixo-assinado organizado por servidores público da Educação. Nesta terça-feira (15), funcionários da unidade escolar, Fórum Municipal de Educação e Sindserv SBC realizaram novo ato contra a retirada da escola, na Praça da Igreja Matriz.

A adesão da população cresce conforme as pessoas são informadas sobre o fim do tradicional espaço, voltado para a educação de jovens e adultos. A palavra de ordem foi reversão da remoção da escola, programada para acontecer em 2021.

“Essa escola que está sendo fechada atende jovens, adultos e idosos por meio do programa EJA, e que, neste momento, tiveram a oportunidade de voltar a estudar. Eles escolheram uma escola que fica no centro da cidade. Muitos dependem do transporte público e de acesso para estudar”, afirmou uma professora, que não quis se identificar com medo de represálias por parte do governo.

De acordo com o censo escolar do município, cerca de 18 mil pessoas acima de 15 anos e que não são alfabetizadas.

Caso – Na semana passada, a gestão do prefeito Orlando Morando informou funcionários da unidade sobre o fim dos trabalhos no local; cerca de 400 jovens e adultos – entre eles alguns com necessidades especiais – são alunos da EMEB Espaço Cidadania. A notícia foi encarada com grande desgosto, devido à forma como ocorreu, em pleno período de matrículas e após o processo de remoção na rede de educadores.

“Essas vagas foram publicadas nos canais oficiais da Secretaria de Educação e no dia da publicação do resultado final da fase 3, na véspera que finalizaria o período para entrar com recurso, foram comunicados sobre a extinção da EMEB e da designação para outra unidade escolar, sendo assim, preteridos de suas escolhas, comprometendo todo processo, já que os profissionais não poderão adquirir titularidade em escolas de seus respectivos interesses e direitos”, aponta o Fórum Municipal de Educação.

Deixe um comentário