Em defesa dos servidores e do serviço público de qualidade

CUT lança a campanha ‘Vale Transporte Social aos Desempregados’

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Nsta sexta-feira, 6 de maio, diversas mobilizações estão programadas para ocorrer em diferentes pontos de São Paulo em defesa do Vale-Transporte Social aos trabalhadores desempregados, uma das pautas da agenda de lutas definida em conjunto pelas Centrais Sindicais, entre elas, a CUT. Além da capital paulista, haverá ações no ABC e em São José dos Campos, no interior.

Durante as atividades de mobilização, haverá a coleta de assinaturas para um abaixo-assinado propondo um Projeto de Lei (PL) de Iniciativa Popular que será protocolado nas câmaras municipais, e que cobra uma discussão sobre a criação de mecanismos que auxiliem no transporte dos desempregados.

Com a situação do país, de extrema-pobreza e desigualdades, os 69 milhões de trabalhadores e trabalhadoras informais, subocupados, desalentados e desempregados não têm como gastar os cerca de R$ 10, por dia, em passagens de ônibus para buscar alguma oportunidade.

Entre os que estão trabalhando, são muitos os relatos dos que deixaram de pegar condução ou que passaram a percorrer a pé longos trechos para chegar ao local de trabalho – como formas de se economizar dinheiro.

Além da mobilização desta sexta, as subsedes da CUT-SP e seus sindicatos continuarão, em suas bases, fazendo coleta de assinaturas de apoio à iniciativa. A próxima etapa será realizar a entrega às casas legislativas das regiões onde atuam. Em breve, serão divulgadas informações para quem deseja colaborar na coleta ou assinar o documento.

Mauá, na região do ABC Paulista, foi o primeiro município do Brasil a atender a reinvindicação das Centrais Sindicais. Em ato realizado no fim de março, o prefeito Marcelo Oliveira (PT) apresentou o cartão Vale-Transporte Social, que será disponibilizado aos trabalhadores e as trabalhadoras que estão em busca de uma recolocação, com direito a 20 passagens gratuitas de ônibus, que pode ser renovada por mais um período. Esses trabalhadores também poderão se inscrever em cursos profissionalizantes.

Rafael Silva – CUT São Paulo

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